Natal é família unida

Dezembro 20, 2009 por fabiomanzatto

Por Nelson Manzatto

Estava cansado demais aquele dia para continuar a trabalhar. A noite já ia longe, sai disso, mesmo sem ter relógio, pois a estrela Dalva já estava presente, como que anunciando uma nova manhã. Precisava descansar, dormir, pois o novo dia lhe traria mais trabalho e novas agonias, pois seria véspera de Natal. Estava afastado da família já fazia anos, pois tentava ganhar um dinheiro extra para reunir-se novamente com todos. Tentara isso muitas vezes, mas as crises na economia do país acabavam chegando sempre na hora de tentar resolver seu problema. Chorava sempre de saudade dos filhos, da esposa que não via já não tinha mais noção de quanto tempo. Imaginava que os filhos já estivessem grandes, pois percebia seus cabelos cada vez mais brancos e o corpo mais e mais cansado.

Escrevia sempre para eles, recebia fotos, mas nada como o contato direto pele-a-pele. Sonhava com a família novamente unida. Não sabia quando isso ia acontecer, mas imaginava que não poderia demorar, pois a vida é tão curta e não vale tanto a pena a distância, a saudade, a tristeza, a dor de uma ausência.

Já tinha na mente que seria a última vez que isso aconteceria. Que, mesmo sem ter dinheiro suficiente, retornaria ao convívio da família ou traria todos para junto de si. A distância tinha que terminar…

Depois de algumas horas de sono retornou ao trabalho. O sol, como sempre, batia forte em seu corpo, aumentando ainda mais o cansaço. Mas a disposição era muita, a decisão de mudar de vida lhe dava mais ânimo de ir em frente. Sabia que não teria muito tempo de recolher material reciclável, de vender, arrecadar dinheiro e trazer sua família de volta. O movimento na cidade crescia cada vez mais, as buzinas de carro, a alegria nos olhos das pessoas, lhe davam ânimo maior. Fechou seu dia de trabalho mais cedo, apesar do propósito de conquistar mais dinheiro para o futuro. E correu para telefonar para a família. A saudade era muito grande e queria, mesmo que mais cedo, desejar a todos um feliz Natal e garantir que este seria o último que estaria separado de todos.

Quando a vizinha atendeu o telefone e avisou que seus parentes não estavam, o desânimo bateu forte em seu coração. Quis chorar, mas sentiu que não tinha lágrimas naquele instante. Teve vontade de gritar, mas a voz saiu rouca e sem força. Quis correr para casa, mas sentiu as pernas enfraquecerem. Sentiu um suor frio escorrer pelo rosto e a vista embaralhar e teve medo. Imaginou que nem viveria o Natal que estava tão próximo. Sentou-se no banco da praça para refazer as forças e acabou caindo no sono. Quando acordou a noite já estava presente, mas não pensou em lágrimas, em gritos e muito menos em corrida. Queria apenas chegar em casa e comer alguma coisa para se recuperar do desgaste daquele dia.

Caminhou alguns passos, encontrou um outro orelhão e fez nova ligação a cobrar para a vizinha. A resposta foi a mesma da outra vez: ninguém em casa! Resolveu deixar a ligação para o dia seguinte, para a manhã de Natal, antes do almoço… Seria um bom horário para cumprimentar a todos, para ouvir vozes saudosas, para chorar junto com todos.

Na curva da esquina, lá embaixo, do outro lado dos barracos, onde costumava parar para olhar o local onde morava, sentiu as pernas tremerem. Havia luz em seu barraco e imaginou que tivesse saído cedo e esquecido de apagá-la. Pensou numa conta maior aquele mês e uma dificuldade ainda maior de viajar depois. Quis correr, mas se sentiu frágil para isso. Sentiu as pernas tremerem. Não sabia se de medo ou de que?

Dois passos antes da porta, percebeu ela se abrir lentamente. O medo aumentou, pois imaginou um ladrão, mas sorriu ao pensar que este não passaria por um barraco vazio. Deu um passo à frente, esticou o braço e empurrou lentamente a porta, para ver, lenta e suavemente… sua mulher e seus três filhos, já crescidos, ao redor de uma mesa, esperando por ele.

O batimento do coração acelerou, a voz se misturou com um soluço em lágrimas e seus braços voaram para os corpos pequenos e franzinos das pessoas que ele tanto amava. Não interessava saber como a família conseguira dinheiro para estar ali com ele. E soube que todos trabalharam forte aquele ano para conseguir mais dinheiro e todos passarem o Natal juntos. Lamentou sua falta de sorte em não ter conseguido ganhar o suficiente, mas percebeu que o dinheiro de todos serviu para unir a família de novo. E chorou com todos, lágrimas de uma promessa de nunca mais separar as pessoas que mais se amam.

E pra que a separação se esta vida voa como o pássaro em busca de outro lugar para repousar? E a família comemorou o primeiro de muitos natais juntos. Natal de felicidade. Natal de nascimento de esperança de uma vida melhor. Juntos, e com Deus no coração!

“Natal é tempo de Paz, de Luz, é tempo de Amor e de Esperança! Natal é tempo de Deus!”
(cônego teólogo Antonio Manzatto)

O blog da família deseja a todos nós um natal cheio de Deus!

Aniversariante da Semana

Dezembro 14, 2009 por fabiomanzatto

Eduardo Cesar Manzato
Dezembro dia 15

O Manzatto é seu parente?

Dezembro 14, 2009 por fabiomanzatto

O objetivo principal deste blog, criado há pouco mais de um ano, sempre foi o de agregar Manzat(t)os e de se buscar a origem da família. Estamos caminhando a passos largos para atingirmos estes objetivos, mas sabemos que não é uma missão fácil. Estamos batalhando, buscando, questionando. Segue, aqui, algumas histórias rápidas de visitantes do blog e que relatam o que sabem de suas famílias:

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“Sou da familia Manzatto de Bauru. Meu bisavô era Vitorio Dario e Carolina Vendrameto e meu bisavô era Atilio Manzatto, irmão de Augusto Manzatto. Sei que meus ancestrais vieram de Veneza, na Itália, e que ainda temos primo e tios lá. Tenho um primo, Thiago Manzatto Corciolli, que mora lá. Sei que minha família tinha pés de café em Jundiai e até Alba, um patrimonio de Cabrália Paulista. Temos muitos primos em Jau. Tenho prima até no Mato Grosso.”  (Lady Le Manzato)

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“Moro em Campinas, meu nono (Ferdinando Manzatto, filho de Santo Manzatto e Maria Sotina Manzatto) e minha nona (Angela Zago, filha de Frederico Zago e Maria Zago), vieram da Itália, na mesma época (não sei exatamente a data). Meu nono era de San Donà di Piave e minha nona de Veneza. O Ferdinando Manzatto tinha um irmão que se chamava Paulo Manzatto, outro Antonio Manzatto e João Manzatto. A minha nona teve os irmãos Luis Zago, Pedro Zago, que nasceram no Brasil.” (Wagner Manzato)

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“Eu tenho 31 anos de idade e moro em São José dos Campos. Meu pai é o Eduardo Manzato, nasceu em Torrinhas, São Paulo e tentei “interrogá-lo” sobre nossos parentes. Meu pai tem os seguintes irmãos: Osvaldo (mora em Marília), Tereza (São Paulo) e Ines (São Paulo). Meu avo chamava-se Pedro Manzatto e tinha como irmãos: Guilherme, Joseph, Joana e Osvaldo. Meu tataravô chamava-se Benjamim Manzatto e seus irmãos: Santa, Ema, Angelin, Tereza e Domingo. Perdemos o Manzatto (ou o segundo T) a partir do meu pai Eduardo por exigência do cartório, durante o período entre guerras.” (Fabiana Manzato)

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“O que sei é pouco mas talvez possa dar alguma pista. Meu bisavô veio da Itália e seu nome era Santo Manzato e tinha três filhos. O mais velho de nome Pedro (meu avô), que veio menino da Itália, e seus dois irmãos Eusébio e Angelo. Havia também mulheres mas eu conheci somente duas, uma chamada Maria e outra Rica. Ao chegarem da Itália, vieram para a região de São Carlos e posteriormente para a região noroeste do estado. Meu avô e minha avó tiveram nove filhos: Orestes, Ernesto, Paulo, Orlando, Carlos, Ermelinda, Helena, Angela e Ercília, e todos já são falecidos.” (Antonio José Manzato, Depto de Ciências de Computação e Estatística IBILCE/UNESP, São José do Rio Preto)

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“Eu moro em Paulínia/SP, pertinho de Campinas, onde nasci e vivo há 26 anos. Sou casada e tenho um filho, Filipe Manzatto (o pai era Antonio Carlos de Abreu Pestana – in memorian). Meus pais nasceram em Campinas e são: Basílio Manzatto e Durvalina Lanza Manzatto (Meus pais estão vivos e temos uma tia, Assunta Manzatto, que está com 82 anos que é um computador ambulante, sabe tudo e lembra tudo, impressionante.) tenho dois irmãos o Pedro Manzatto (casado com Dalva Helena Leite Manzatto) que tem dois filhos lindos e são gêmeos, o Thalles e o Weslley Manzatto e o Ismael Manzatto (casado com Ivete Menezes Manzatto) que tem a Carol e o Nícolas. Meus avós; Inocencio Paulo Manzatto e Eugenia Bedon Manzatto (falecidos) e a vida toda moraram em Campinas. Eu trabalhei num terminal de cargas e conheci um Luiz Manzatto que aparentemente não tínhamos parentesco e ele é de Presidente Prudente ou Bauru e em Paulinia tem parentes dele que são Manzatto e que eu tenho amizade e não são parentes nossos. Temos parentes em São Paulo, Sumaré e Campinas” (Sonia Manzatto)

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“Meu trisavo se chamava Giusepe Manzato, casado com Maria Romana Agio. Meu bisavo se chamava Argemiro Manzato (veio adolescente da Italia), casado com Angelina Manzato. Meu avo se chamava Arnaldo Manzato, casado com Ana Capeleto Manzato. Meu pai Marcos Antonio Manzato, casado com Maria Jose Manzato. E finalmente eu: Rodrigo Manzato. Tenho muitos parentes aqui em Pedreira, minha família é tradicional nesta cidade. Tenho uma copia dos documentos de passaporte que vieram da Italia. O irmão do meu avo ainda é vivo e conhece bastante da historia. Sou micro empresário aqui em Pedreia, estamos no ramo da ceramica desde a época do meu avo.” (Rodrigo Manzato)  

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“Sou filha de Mauro Manzatto, filho de Atilio Manzatto que tinha um irmão chamado Augusto Manzatto e o nome do pai deles era Victório Manzatto. Na minha família tem sobrenome com dois e um “t”. Minhas irmãs foram registradas com dois mas eu fui registrada com um. Lembro que meus antepassados tinham pés de café em Jaú interior de São Paulo e eram fazendeiros. Minha avó dizia que os pais vieram de Veneza na Itália. Conheço o primo Nelson que está no meu Orkut e no da minha filha. Lá tem muitos Manzattos e até uma arvore  genealogica que pode ajudar. Ficarei feliz em poder ajudar e ter contato com a nostra gran famiglia.” ( Marcia Sueli Manzato) 

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“Sou filho de Lourice Aparecida Manzatto filha de Victorio Manzatto e Conceição Silverio Manzatto, Tambem em nossa familia tem os nomes Tissela e Benassi. Temos alguns documentos da época de migração de nossos bisavos da Italia. Diziam-nos os mais velhos que nossa origem veio da Calabria, ao sul da Italia. Temos parentes também na região de Jau e Bauru.” (Reginaldo Dias)

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“O nome do bisavo de meu esposo era Angelo Manzatto e vieram ao que tudo indica da cidade de Gorgo. Meu filho está tentando obter a cidadania italiana. Estamos radicados em Batatais.” (Elda Lemos Manzatti) 

Aniversariante da Semana

Dezembro 6, 2009 por fabiomanzatto

Marcio Fernando Manzato
Dezembro dia 13

A família de Laurindo Manzato

Dezembro 6, 2009 por fabiomanzatto

Um fato, um ato ou um momento sempre são motivos para reunião em família. Às vezes o encontro serve prá matar a saudade, prá lembrar outros tempos, ou prá “jogar conversa fora”. Aqui, registramos um momento de alegria para a família de Laurindo Manzato, filho de Sebastião. Sua filha, Laurinda se formou em Biologia e, por causa disso, a família se reuniu para comemorar.

Na primeira foto, aparece a família reunida: Margarida, Antonio (já falecido), Flória (já falecida), Laurindo e Laurinda.

Na segunda foto, Laurinda dança com o pai, Laurindo.

As fotos são do arquivo pessoal da Margarida.

Aniversariante da Semana

Novembro 29, 2009 por fabiomanzatto

Aldo de Lucca (Aldinho)
Novembro dia 30

Descendência de Palmira e Adão

Novembro 29, 2009 por fabiomanzatto

O casal Palmira e Adão, ela filha de Sebastião e Christina, teve oito filhos:

Wanderley (falecido), Darci, Dareide, Admir, Ari, Rosemary, Wagner e Fernando.

A foto acima, mostra os sete filhos, reunidos no casamento da primeira neta de Palmira e Adão, Vanessa, filha de Admir. Para que possamos identificá-los, segue orientação:

No alto, primeira fila, da esquerda para direita Rafael, Tiago, Rogério, Roseli e Ari , Munique, Admir, Ludovico e Wagner. Na segunda fila, da esquerda para direita, Darci, Dareide, Rosemary, Valéria e Fernando. Na 3ª fila (‘Loira’ apelido), Letícia, Ivan e Fernanda. (Loira namorada de Rafael, neto de Sebastião; Tiago é namorado de Fernanda; Ludovico marido de Rosemary; Valéria esposa de Fernando e ainda Roseli, esposa de Ari). Completando a foto, os noivos Vanessa e Jonas com a daminha (sobrinha do Jonas).

Temos, ainda, mais três fotos, duas das quais da Bodas de Ouro, de Palmira e Adão, comemorada no ano 2000.

Na próxima temos, da esquerda para a direita: Fernanda (neta de Palmira, filha de Ari), Vanessa (neta de Palmira, filha de Admir), Dareide (filha de Palmira), Fernando (filho de Palmira), Valéria (nora de Palmira e esposa de Fernando), Roseli (nora de Palmira, esposa de Ari) e Admir (filho de Palmira). Embaixo, da esquerda para a direita: Rogério (neto de Palmira, filho de Admir), Monique (neta de Palmira, filha de Admir), Rafael(neto de Palmira e filho de Ari), Palmira, Adão, Darci (filha de Palmira) e Sinira (esposa de Admir).

Completamos, com a última foto. Nela, Palmira comemora aniversário e foi tirada em 1998. Na foto aparecem Fernanda, com Gabriela no colo (netas de Palmira), Palmira, com o neto Ivan no colo, Rafael (neto de Palmira) e Adão.

Fotos: Arquivo pessoal de Dareide

Maria Clara é batizada

Novembro 23, 2009 por fabiomanzatto



Os pais Alberto e Cássia com o Pe. Manzatto (carregando Maria Clara) e os padrinhos Rita e Nelson

Em cerimônia presidida pelo padre Antonio Manzatto, a pequena Maria Clara Lui Manzatto, nascida no dia 26 de setembro ultimo, foi batizada neste dia 21 de novembro, na igreja Sagrado Coração de Jesus, na Colônia em Jundiaí. Nelson Manzatto e Rita de Cássia Crivelaro Manzatto foram os padrinhos da nova cristã, que é filha de Alberto Manzatto e Rita de Cássia Lui Manzatto. Parentes e amigos da pequena Maria Clara participaram da cerimônia.

27 anos de vida dedicada a Deus

Novembro 19, 2009 por fabiomanzatto


Pe. Antonio no Programa da Rede Globo

Antonio Manzatto, o Toninho, completa neste dia 19, 27 anos de ordenação sacerdotal. Uma vida de dedicação e amor a Deus e aos irmãos. Uma vocação cheia de conquistas, com título de doutorado conseguido na Bélgica, ocupando cargos importantes na faculdade em que leciona, além da orientação a sacerdotes e seminaristas. Atualmente, Toninho participa do programa “Sagrado” que vai ao ar pela Rede Globo de Televisão e é um dos convidados a comentar assuntos pautados pela emissora. O programa vai ao ar sempre às 6h05 da manhã, exceto aos domingos, quando o programa é apresentado às 6h45. Neste blog, há um link onde o leitor tem acesso a todos os programas já apresentados.

Que a presença de Deus seja uma constante em sua vida!

Conhecendo a família (Luigi e Maddalena)

Novembro 15, 2009 por fabiomanzatto

A descendência de Luigi Manzato e Maddalena Ortolan

Quando o blog surgiu há um ano, um dos objetivos era ampliar descobrir parentes, histórias. A intenção, enfim, era transformar um blog, que começou com trocas de informações de um grupo de irmãos, primos, tios, todos de um mesmo galho de uma árvore familiar, e que hoje reúne, para troca de comentários e visualizações históricas, Manzat(t)os de não se sabe quantas cidades ou regiões deste Brasil.

Durante a visita ao Museu do Imigrante, no início deste ano e contamos aqui, em três capítulos a história da chegada de italianos e de eventuais parentes, surgiu Sandro Manzato, descendente da família formada por Luigi Manzato e Maddalena Ortolan. Vale aqui, dois comentários, o primeiro de que Manzato tem maiores registros históricos do que Manzatto, mas o número de “ts” nada mais é do que um detalhe: todos somos originários de uma mesma raiz que ainda buscamos. Se descobrimos um Manzato, filho de Manzati, pode ser o primeiro que originou o sobrenome, buscamos – e vamos continuar fazendo isso – o maior número possível de descendentes desta raiz. O segundo comentário é sobre Maddalena, um nome comum, pelo jeito, na Itália, naquela época. Se Miguel Manzato e Maddalena Ferretto chegaram ao Brasil em 1887, Luigi Manzato e Maddalena Ortolan chegaram em 1892. Não temos registro de parentesco entre ambos, mas dentro dos objetivos do blog, vamos em busca desta informação. Segue relato de Sandro Manzato. Sandro é filho de Dirceu, que era filho de Paulino, que era filho de Giuseppe, que era filho de Luigi e Maddalena:

“Luigi Manzato e sua esposa Maddalena Ortolan saíram de Chiarano província de Treviso e desembarcaram no navio Colombo em 01/05/1892. Foram para a cidade de Charqueada SP trabalhar na fazenda de Raul Ferraz do Amaral.

O Casal trouxe seus filhos: Carlo, Adele, Luigia, Giuseppe, Leopoldina, Luigi e Giovanni, além de Maddalena, sogra de Luigi Manzato. Tiveram também outros filhos no Brasil: Natale casado com Maria Del Carmem Viunesa; Madalena casada com Miguel Contineli ; Maria casada com sobrenome Prata; Paulina casada com Jacinto; Carolina?????; Mariana?????. Estabeleceram-se na região de Piracicaba.

Meu bisavô Giuseppe Manzato casou-se em 25/07/1914 com Anna Dorisoto na região de Piracicaba. Giuseppe faleceu em 12/12/1939 com 49 anos em um acidente de caminhão.

Tiveram 07 filhos, entre eles, meu avô, Paulino Manzato, que nasceu em junho de 1915 em Charqueada.

Paulino Manzato casou-se com Amália Manzato em 1948 em Santo André e tiveram 2 filhos: meu pai Dirceu Manzato e meu tio Edson Manzatto.

Meu avô faleceu em 1990 e minha avó em 1992.

Dirceu Manzato nasceu em 15/09/1946 em Santo André onde vive até hoje. Meu tio nasceu em agosto de 1953 em Santo André e atualmente mora em Mogi Guaçu SP.

Dirceu Manzato casou-se com Luccia Coccaro em 05/09/1970. Tiveram 2 filhos: eu (Sandro Manzato nascido em 28/08/1971) e Alexandre Manzato nascido em 02/06/1975.

Casei-me com Carla Cristina Siola Manzato em 22/09/2000 e moramos em São Bernardo do Campo, São Paulo.

Meu tio, Edson Manzato casou-se com Mara Manzato e tiveram duas filhas: Fabíola e Francinni.

Temos contato com alguns primos na região de Americana, Piracicaba e Nova Odessa, além de nossos parentes mais próximos que residem no Grande ABC SP.

Meu tio esteve em Chiarano e conheceu a casa da família Manzato, onde moravam Luigi e Maddalena. Esta casa existe até hoje.

 


Paulino e Amália (Avós Paternos de Sandro)

  Dirceu e Luccia (Pais de Sandro)

Sandro com sua esposa Carla

Texto e Fotos: Sandro Manzatto