Onde surgem os Manzattos?

          A busca pelo primeiro Manzat(t)o continua. Claro que, de repente, podem surgir outros nomes, em outras pesquisas. Mas as feitas em sites de genealogia, nos mostram que o primeiro Manzato, se chamava Franciscus e era filho de Manzati. Mas é importante registrar o sobrenome com o segundo “T”, ampliando o leque de familiares. Ainda dentro do mesmo site de genealogia da Igreja dos Mormons – que é a que detém o maior volume de informações sobre famílias – encontramos, como Manzatto, Valentina, nascida em Udine, na Itália. Valentina nasceu em 1790, sem mais referências com relação à data. Não constam informações sobre filiação de Valentina, mas isso não quer dizer que ela era uma segunda Eva.

          Não consta, também, nome de filhos, apenas que se casou com Giuseppe Zappetti, mas o significado maior disso é que, ao gerar filhos, eles tiveram o sobrenome – imagina-se Zappetti. E acabou ai o sobrenome? Claro que não, pois estamos aqui para desmentir qualquer informação neste sentido. Vimos que, se Manzato surgiu de Manzati, Manzatto deve ter vindo de Manzato ou até mesmo vice-versa. Não se pode colocar, aqui, em discussão a história do ovo ou da galinha, pois não sabemos ao certo, que sobrenome é que surgiu primeiro.

          Para se ter uma idéia, por exemplo, o primeiro Manzato registrado no Museu do Imigrante, em São Paulo – e isso nós mostramos aqui – foi Miguel (ou Michele Manzato). Mas nos sites de genealogia, um dos primeiros Manzattos registrados – com dois ts – é João Manzatto, filho de José Manzato e Elisa Regagnan. E aqui, surge o segundo “T” com pai definido com um “T” apenas. João nasceu em Ribeirão Preto e se casou com Angelina Castellani e se casaram em São Paulo, na igreja São Simão Apóstolo, em 10 de setembro de 1910.

          Prá entornar mais o caldo e nos fazer comer muita polenta – como me disse esta semana Cristina de Lucca, filha de Aldo e Cristina Manzato – um outro Manzatto nascido aqui – e isso em 1876 – é Antonio Manzatto. Não há detalhes a mais do que o ano do nascimento, assim como não se registram os nomes de seus pais e de seus filhos. O único registro é de sua esposa, Giovana Suzigan, que nasceu em 1881 e cujo casamento ocorreu em 1913.

          Segue, aqui, e-mail que recebi de Cristina de Lucca, filha de Aldo e Alice. Saboreiem, recordem, imaginem…

          “Oi, primo Nelson! Tudo bem com vocês? Nossa, que bom encontrá-los! Sou a Cristina, caçula da Alice, irmã de Aldo, Sonia, Jorge e Paulo. Não sei se você lembra de mim, mas eu lembro com muita saudade de vocês, quando meus irmãos e eu íamos a sua casa brincar e vocês colocavam aqueles disquinhos de estorinhas coloridinhos para eu ouvir. Ai, eu adorava! Lembro dos quitutes deliciosos que sua mãe preparava para a hora do lanche. Dos causos engraçados que seu pai contava. Ô, tempinho bom! Estamos todos com muitas saudades de vocês! Já há algum tempo estava procurando por vocês nos “orkuts” da vida, e agora, finalmente, encontro aqui. Quase engasguei com a polenta de emoção, hahaha… Parabéns pelo belo registro da família Manzato. Estou imprimindo tudo e passando para minha mãe, que também engasgou com a polenta quando mostrei a ela, hahaha… Esperamos poder ajudar com alguma informação. Mande lembranças e beijos a todos!”

(texto: Nelson Manzatto
carta: Cristina de Lucca)

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