Ampliando o Leque

Os difíceis caminhos na busca da genealogia

Por Nelson Manzatto

Quando fazemos parte de uma família, formada por pai, mãe, filhos, irmãos, avós, bisavós, não têm noção exata do tamanho que ela tem quando surgem os irmãos do avô, os irmãos do bisavô, enfim, quem é parente mais próximo de alguém ou qual o grau de parentesco existente: primo de segundo grau, primo de terceiro grau, sobrinho de segundo grau, enfim onde seu nome se encontra na linha de parentesco com alguém.

Quando se faz uma busca dos parentes registrados no Memorial do Imigrante – que foi hospedaria no final do século XIX e início do século XX – fica-se travado ao perceber que a pesquisa é limitada a simples nomes. Claro que a função da hospedaria era simplesmente registrar os imigrantes que vieram em busca de sonhos e riquezas num país que estava abandonando a escravidão para contratar principalmente lavradores.

Se em sua pesquisa, você chama por Manzato, vai encontrar, pelo menos, 25 imigrantes chegando com seus familiares ou, muitas vezes, sozinho. E é nesta busca que se descobrem nomes, mas jamais a proximidade de relação entre outros do mesmo sobrenome. Para se dar um exemplo, encontramos na busca G.B. Manzato, G.Batta Manzato, Gio Batta Manzato. O ano diferente da chegada ao Brasil de cada um deles mostra que não são a mesma pessoa. E a dedução por ser a mesma é as letras iniciais do nome de cada um. Encontramos também Angelo Manzato – duas vezes -, Antonio Manzato – duas vezes. Isto, como chefe de família. Existem outros, com este mesmo nome, que aparecem como filhos ou sobrinhos.

A história de “O Manzato é seu parente?” mostra que, eventualmente, seja e o é, na verdade. Basta descobrir em que galho da árvore genealógica este parentesco de torna mais visível. A quantidade de “t”s no sobrenome, já mostramos aqui, não significa que não sejamos parentes ou não fazemos parte da mesma origem da família.

Temos recebido vários e-mails de Manzat(t)os perguntando sobre origem. Estamos buscando e pesquisando esta origem ou a relação de parentesco que temos. O que precisamos é o máximo de informação possível para descobrirmos esta relação de parentesco. Se você conhece um Manzato que mora na Itália e que goste de pesquisar sobre família, nos informe. Quem criou uma árvore genealógica em algum site da internet, nos informe, por gentileza o endereço para que possamos analisar e ampliar a relação de família. Quem sabe, no próximo encontro da família Manzatto não tenhamos condições de mostrar uma árvore genealógica, desde 1669 até 2010.

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